(Imagem Ilustrativa)

Falar sobre cocô não é um assunto lá muito comum — ainda que alguns políticos pareçam gostar de falar sobre o assunto, como o ex-ditador da Coreia do Norte Kim Jong-II, que alegou em sua campanha que nunca defecou.

Mas, por mais que a maioria das pessoas prefira manter os hábitos do próprio intestino em segredo, há fatos bem curiosos sobre eles – que dizem respeito a todo mundo. Deixe a frescura de lado e conheça alguns deles:

Bola de bactérias

Muitos pensam que fezes são restos de comida que sobraram depois da digestão. Mas, na realidade, o cocô é composto por água (75%) e bactérias (50% a 80% do que não é água). A maioria delas ainda está viva, mas algumas já morreram. Há também substâncias que não são digeridas, como a celulose de vegetais, cuja proporção depende da dieta.

O cocô perfeito

Embora não exista consenso entre especialistas sobre o que seria o cocô perfeito, há algumas recomendações em relação a frequência, esforço, flutuação, tamanho e formato: o ideal é defecar todos os dias, sem precisar fazer muito esforço. O cocô “dos sonhos” não boia (isso é sinal de falta de absorção de nutrientes ou excesso de gás) e tem formato de salsicha (pode ter algumas dobras na superfície) ou cobra.

Fibras são fundamentais

O segredo para conseguir um cocô perfeito é ingerir muitas fibras, substâncias que não são digeridas e alimentam as bactérias intestinais. Elas ajudam a dar consistência às fezes e estimulam o movimento do intestino. O recomendado é comer entre 25 e 30 gramas por dia.

Cocô marrom = tá tudo bem

O cocô é marrom por causa da bile, líquido produzido pelo fígado e armazenado na vesícula biliar que serve para quebrar as gorduras. A bile é verde, mas, ao passar pelo trato intestinal, ela é metabolizada pelas bactérias, que a transformam em um subproduto desnecessário para o corpo chamado estercobilina (sacaram o nome?), que é marrom. Se suas fezes são marrons, significa que seu corpo está em perfeito funcionamento.

Hora de ir ao banheiro

Todos os dias, produzimos cerca de 150 gramas de fezes. Elas ficam no reto, que tem 15 centímetros de comprimento, em média. Quando 30 gramas de cocô se acumulam no local, o esfíncter interno se abre para liberar as fezes, enviando um alerta para o cérebro de que é hora de visitar o banheiro.

A posição ideal

A forma correta de fazer cocô é de cócoras. Isso porque a flexão das pernas ajuda a relaxar os músculos puborretais (do reto), o que evita o acúmulo de fezes e evita o surgimento de doenças. Quando nos sentamos, perdemos o controle sobre essa musculatura, sendo necessário fazer mais força para eliminar o cocô.

Fonte: Revista Galileu

Redação

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Redação do jornal Gazeta Informativa
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