13ª edição do Dia Nacional da Kombi, comemorado em 2 de setembro. (Foto: Acervo Pessoal)

Quem me conhece sabe que sou apaixonada por Kombi. Tenho até planejado um empreendimento futuro ligado à essa belezinha – tema que ficará para um texto futuro. Meu coração chega até bater mais forte quando encontro alguma Kombosa pela rua. Imagina o que eu senti em um encontro que reuniu mais de 200 Kombi’s? Fiquei mais faceira que criança quando ganha brinquedo novo.

Meus amigos e familiares sabem dessa minha admiração por Kombi e vivem me mandando fotos das que eles encontram por aí. (Se você que está lendo esse texto tem alguma foto ou história envolvendo uma Kombi, sinta-se à vontade para compartilhar comigo). No começo da tarde de sábado (31/08), meu tio enviou um link de uma reportagem com o seguinte título: “Evento em Curitiba pretende quebrar recorde da maior fila de Kombi do Brasil”. Eu nunca viajei sem algum planejamento, mas foi nesse dia que em menos de meia hora arrumei minha mochila e embarquei no ônibus para chegar na capital paranaense depois das cinco da tarde.

Você sabia que a Kombi começou a ser produzida no Brasil em 1957? Ela foi o veículo de maior longevidade da indústria automobilística mundial. A primeira Kombi produzida no país foi no dia 2 de setembro – data que marca o Dia Nacional da Kombi (DNK) –, e o último modelo fabricado foi às 22h do dia 18 de dezembro de 2013. Mais de 1,5 milhão de unidades foram construídas em todo o mundo a até hoje sua representatividade é marcada por onde passa.

O evento organizado em Curitiba foi sediado no Ceasa Tatuquara, e já está em sua 13ª edição. Em 2019, a organização bateu o recorde de maior fila de Kombis das Américas, ultrapassando 1 quilômetro de veículos. O curioso foi que a primeira Kombi chegou por volta das 10h da manhã e levou para casa 50 litros e gasolina e diversos prêmios.

No evento foi possível encontrar de tudo, desde um casal passando a Lua de Mel na Kombi Maria Antônia, à feirantes com suas Kombi’s usadas todos os dias como ferramenta de trabalho. Se a Kombi se materializasse em uma pessoa, eu gostaria de sentar junto com ela e bater um bom papo regado à mate.

Toda essa experiência aleatória e inesperada do fim de semana me fez pensar em como é bom fugir um pouco do cotidiano. Jamais passou pela minha cabeça que eu iria participar de um evento tão importante assim. As vezes a gente planeja tanto algo e sempre acontece alguma coisa errada ou que foge do esperado. A mensagem dessa semana é que você, ao menos uma vez ao mês, desafie-se e procure fazer algo diferente. O relógio está correndo e a sua vida está com pressa, então aproveite!

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