A equipe alerta a importância de não matar os macacos para o controle de vírus na região. (Imagem Ilustrativa)

As equipes da Vigilância Sanitária de São Mateus do Sul, juntamente com a Epidemiologia, alertam toda a população são-mateuense para as vacinas contra a febre amarela. Ao todo já foram encontrados 12 macacos bugios mortos nas localidades de Anta Ruiva, Água Branca, Colônia Taquaral, Paiol Grande e Colônia Cachoeira. Eles aguardam os resultados dos exames para a confirmação se a morte dos macacos foi recorrente ao vírus da febre amarela.

Eles ressaltam a todos os moradores para que se encontrarem macacos mortos pela região, entrarem em contato com a Vigilância Sanitária pelos contatos (42) 99927-2442; 3912-7078. “É importante alertar os moradores para não matarem os macacos, pois eles são a única forma de sabermos em que localidade o vírus pode estar na região”, informam. Se for percebido a presença de ossadas de animais ou até mesmo um macaco doente, andando baixo pelas árvores, os moradores podem alertar toda a Vigilância.

Segundo estimativas, após os macacos serem encontrados mortos, há um prazo de 15 dias até que surja o primeiro caso em humanos. “Se a pessoa não é vacinada ou até mesmo não lembra se já tomou a dose, procure uma unidade de saúde mais próxima”, alertam. A vacina é a melhor forma de prevenir a doença, portanto os moradores podem procurar o atendimento no Centro de Vacinas e nas Unidades de Saúde da Vila Bom Jesus, Vila Americana, Vila Palmeirinha, Cambará e Fluviópolis, destinada para a população de 9 a 59 anos. A vacina é uma dose única, portanto quem já foi vacinado não precisa de nova dose.

De acordo com o Ministério da Saúde, a febre amarela é uma doença infecciosa causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos infectados e não há transmissão direta de pessoa a pessoa. Seus sintomas iniciais são febre com calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza. A doença tem importância epidemiológica por sua gravidade clínica e potencial de disseminação.

Cláudia Burdzinski

Cláudia Burdzinski

Estudante de Jornalismo que adora escrever e conhecer um pouco sobre a vida e a história de cada pessoa envolvida. Preza pela essência que é repassada na produção de cada matéria, valoriza os pequenos gestos e apoia o ativismo ambiental. E-mail para contato: claudia@gazetainformativa.com.br
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