(Imagem Ilustrativa)

Novamente tocando nesse assunto dos livros de autoajuda, uma notícia recente coloca que ocorreu um aumento de 51% na procura ou nas vendas por esses livros no Brasil, o que aponta a importância que existe nesse tipo de publicação, ainda mais nesses tempos que vivemos.

Quando se fala nesse aumento, um número a mais deve ser mencionado também, e é de que as publicações de autoajuda, atualmente correspondem a cerca de 27% do mercado editorial no Brasil.

A pandemia de Covid-19, que fez muitas pessoas passarem a prestar mais atenção na saúde física e mental, é o que explica esse aumento no consumo de livros de autoajuda. Esse movimento ocorre também na esteira da popularização do conceito chamado de autocuidado, um termo que está na moda atualmente e que significa basicamente esforço para se entender melhor e um conjunto de ações para cuidar de si. Em 2020, quando a pandemia surgiu na vida dos brasileiros, já havia quase dobrado o volume de vendas de livros de autoajuda. A procura aumentou 95% de janeiro a agosto do ano passado em relação ao apurado no mesmo período de 2019.

Os livros de autoajuda, geralmente, são procurados por quem busca se aprimorar porque oferecem métodos com potencial de causar mudanças, principalmente de cunho emocional, físico, intelectual, espiritual e econômico. Pelo menos, é o que a maioria deles alega. São tantas promessas, e são tantos deles que figuram entre as listas de best-sellers, que é difícil não se questionar se realmente funcionam. Por si só a leitura é algo que contribui para o aumento do conhecimento, o desenvolvimento pessoal e profissional, além de ampliar o vocabulário e melhorar o repertório cultural, além de tantos fatores que contribui para o indivíduo que tem o hábito de ler, a leitura é o melhor exercício para estimular o cérebro, e manter a capacidade mental em forma, ao ler ativamos o hemisfério esquerdo do cérebro, que corresponde a linguagem, o córtex cerebral é ativado para ver e reconhecer o valor semântico das palavras ( significado ). Se acaso nada do que foi lido ajudar, no mínimo distraiu, o que de alguma maneira não deixa de ser uma ajuda.

A escolha do conteúdo é fator a ser pesquisado tendo como objetivo agregar valor na vida do leitor. Aqui temos 8 motivos para a leitura de livros de autoajuda: Contribui para o autoconhecimento. Oferece métodos para realizar mudanças necessárias. Contribui para quebra de paradigmas. Fornece-nos outro olhar para entender as situações. Leva você mesmo a se confrontar e superar obstáculos. Leva a encarar o mundo e as situações com novo olhar. Possui uma abordagem de escritores que superam adversidades ou mesmo de psicólogos, professores, terapeutas que baseiam suas teses em experiências autênticas. Faz você compreender e ter empatia com o outro.

Meu desafio aqui é demonstrar a utilidade dos livros enquadrados na categoria de autoajuda, algo que depende de vários fatores, dentre os quais cabe destacar: o gosto pela leitura, o meio onde você foi criado, a facilidade de acesso à leitura, a empatia com o tema apresentado no livro e, para muitos, a prioridade estabelecida quando se deve optar entre o pão de cada dia e o livro.

Em primeiro lugar, faz-se necessário esclarecer o significado da palavra. De acordo com o Aurélio, autoajuda é um método de aprimoramento pessoal em que o indivíduo pretende buscar, sem ajuda de outrem, soluções para problemas de ordem emocional, superação de dificuldades etc. Em segundo lugar, tente imaginar alguém na face da Terra, incluindo Gisele Bündchen, Silvio Santos, Steve Jobs, Bill Gates, Michael Jordan, Barack Obama e Cristiano Ronaldo, dentre outras celebridades, que não tenham problemas de ordem emocional ou nunca necessitem superar qualquer tipo de dificuldade. Essa literatura é um dos meios de procurar auxílio.

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