(Imagem Ilustrativa)

A vasectomia é um assunto que gera muitas dúvidas entre os homens. Por se tratar de um método contraceptivo masculino para àqueles que não desejam ter mais filhos, ele é motivo de muitas informações errôneas sobre os seus efeitos colaterais.

De acordo com o médico urologista Gustavo Bono, que atende na Piccinin Clínicas Integradas em São Mateus do Sul, a vasectomia é indicada para o homem com mais de 25 anos que não deseja ter mais filhos.

O procedimento é feito em centro cirúrgico sob anestesia com bloqueio anestésico local. O paciente ganha alta no mesmo dia. “Na cirurgia é realizada a ligadura (fechamento) dos canais diferentes, que impedem a passagem dos espermatozoides”, explica Bono.

Normalmente nos três primeiros dias após a cirurgia o paciente apresenta alguns incômodos por conta dos procedimentos. “Esses incômodos são minimizados utilizando analgésicos e compressas de gelo no local. Após este período se o trabalho não exijir realizar muito esforço, pode retomar as atividades.”

“Decidi fazer a vasectomia para
preservar a saúde da minha esposa,
pois ela teve duas gestações de alto risco
e não queria que corresse mais algum
risco novamente”, diz Thiago Douglas Poli.

Thiago Douglas Poli conta que conheceu o procedimento através de uma consulta com um urologista, que tirou todas as suas dúvidas. Como a maioria dos homens, o receio é relacionado ao pós operatório e a possibilidade de problemas relacionados a vida sexual. “Decidi fazer a vasectomia para preservar a saúde da minha esposa, pois ela teve duas gestações de alto risco e não queria que corresse mais algum risco novamente”, diz.

O médico explica que a vasectomia não altera o libido, ganho de peso ou prazer no orgasmo, ela também mantém a ejaculação. “A cirurgia somente precisa ser refeita se no exame de controle com 60 dias ainda apresentar espermatozoides (casos raros isto acontece). Nos demais casos ela é duradoura para a vida toda.”

Para Thiago a recuperação foi tranquila. Ele manteve repouso pós-operatório e leva uma vida normal. “A cirurgia não dói nada e é muito rápida. Em caso de dúvida o homem deve procurar um médico e retirar as dúvidas”, enfoca. Existe também a possibilidade de realizar o procedimento cirúrgico pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Cláudia Burdzinski

Cláudia Burdzinski

Estudante de Jornalismo que adora escrever e conhecer um pouco sobre a vida e a história de cada pessoa envolvida. Preza pela essência que é repassada na produção de cada matéria, valoriza os pequenos gestos e apoia o ativismo ambiental. E-mail para contato: claudia@gazetainformativa.com.br
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