(Imagem Ilustrativa)

Talvez você esteja se perguntando que palavra é essa, difícil de ser pronunciada, fácil de ser esquecida e provavelmente muito desconhecida. Efemérides parece ser uma daquelas palavras da língua portuguesa pelas quais você se apaixona à primeira vista. Poderia muito bem ser o nome de uma bela deusa grega ou ser confundida com efemeridades, das coisas breves e fugazes.

Na primeira vez em que a li, fiquei a pronunciá-la várias vezes, como aquela criança que aprende uma palavra nova. E quando procurei o seu sentido, me surpreendi com o seu significado. Parecia não ter relação, mas no final das contas, hoje ela está incorporada ao meu vocabulário.

“Efeméride – 1. Registro dos acontecimentos memoráveis que ocorreram em determinado dia em diferentes épocas e lugares; 2. Comemoração de um acontecimento importante, numa certa data; 3. Relação dos fatos de cada dia; 4. Diário ou agenda; 5. Astronomia: no plural tábuas que indicam a posição relativa dos astros em cada dia do ano.” (INFOPÉDIA, 2021)

Ao receber o convite para compor uma coluna de opinião na Gazeta Informativa, esta foi a palavra que ficou vagando em minha mente para nominar esse espaço. Percebi que Efemérides seria perfeita para guiar os assuntos que eu poderia compartilhar com você leitor. Poderemos seguir entre acontecimentos ocorridos no mês em questão em diferentes épocas da história e descobrir com entusiasmo que eles poderão formar links com assuntos da atualidade. Mas me sinto na obrigação de avisar, que meus assuntos preferidos irão permear entre política, economia, empreendedorismo e religião. Veremos que mesmo parecendo temas tão separados, no final das contas, muito de um impacta o outro e vice-versa. Talvez você esteja a pensar que ao citar religião, eu tenha derrapado em dizer que os assuntos se misturam. Mas basta lembrar o que o “lockdown”, ou confinamento, instituído em decorrência da pandemia provocou nas celebrações religiosas e quanto ainda impacta em virtude dos cuidados sanitários.

Já estive por aqui, no ano de 2016, quando redigi a coluna Caminhos do Desenvolvimento. Na época, demos início a um Núcleo de Desenvolvimento e Empreendedorismo, o NDE e que se transformou no atual CODESAMAS. E se são efemérides que nutrirão essa coluna, vale lembrar que foi justamente em fevereiro daquele ano, ou seja, há cinco anos que o referido grupo iniciou.

Fico feliz pela confiança recebida. Muito mais feliz em poder estar novamente nesse importante veículo de comunicação. Foi por sempre acreditar que a história nos traz grandes ensinamentos para fincarmos os pés no chão do presente com maior confiança e sabedoria, é que trouxe essa proposta de Coluna.

Que as efemérides da vida humana nos ajudem a traçar dias sempre melhores! Um cordial abraço!

Ingrid Ulbrich
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