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Empresários e moradores do Centro e Centro Comercial de São Mateus do Sul colaboram com a Oficina do Plano Diretor

Na Oficina do Plano Diretor, os moradores debateram a retirada da Polícia Civil e a Cadeia do Centro da cidade. (Foto: Arquivo/Gazeta Informativa)

Em mais uma Oficina realizada pelo Plano Diretor de São Mateus do Sul, moradores do Centro e Centro Comercial do município se reuniram nas dependências do Centro da Juventude Laurival Kwiatkowski Mayer (Ceju), para debater quais pontos são essenciais para a melhoria do desenvolvimento da cidade.

De acordo com Geruza Vieira, Arquiteta e Urbanista da Prefeitura Municipal, as principais pautas foram:

A questão das enchentes decorrentes do Rio Canoas. Um dos pontos de resolução elencados foram a responsabilidade da Petrobras sobre o recurso natural. Também apresentaram o aumento de áreas permeáveis na vila Pinheirinho e Colônia Taquaral; redução da ocupação no Jardim Dona Hermínia para diminuir danos à população; e a criação de parque na área embargada no Jardim Dona Hermínia para preservar a água drenante do rio.

Os moradores apresentaram também a retirada da Polícia Civil e a Cadeia do Centro da cidade, juntamente com a construção de uma nova rodoviária fora do Centro. O Estacionamento Rotativo do Centro (ESTAR) foi debatido para a regulamentação e licitação de empresa responsável.

Foram questionados a melhora na divulgação em relação a padronização das calçadas, conscientizando a população para os benefícios e valorização dos imóveis. A lei pode ser incorporada ao Plano Diretor e incluir o bloco de concreto intertravado como obrigatório, para facilitar manutenção das calçadas e permitir permeabilidade.

Também foi pautado a pavimentação das Ruas Guilherme Kantor e João Gabriel Martins, indicando que os investimentos sejam aplicados de acordo com a hierarquia viária. Os moradores também querem melhorias nas dimensões das ruas no Centro.

A obrigatoriedade de inclusão de pavimentação para investidores em loteamentos novos e a implantação de ciclovias para o Centro e acesso aos bairros foram questionados no decorrer da Oficina.

Eles também solicitaram a adoção de locais públicos, possibilitando que comerciantes contribuam para melhoria dos espaços da cidade em contrapartida de publicidade – normatização em estudo na Prefeitura. Regulamentação do Trânsito Municipal – horários de carga e descarga, e horários para feiras em determinadas ruas foram discutidos.

Os moradores requisitaram um IPTU progressivo; a revisão do fluxo viário do Centro; estudo de mãos únicas e impacto do fechamento do primeiro trecho da Ozy Mendonça de Lima; e a descentralização de equipamentos públicos para induzir crescimento em outras regiões da cidade além do Centro.

Estudante de Jornalismo que adora escrever e conhecer um pouco sobre a vida e a história de cada pessoa envolvida. Preza pela essência que é repassada na produção de cada matéria, valoriza os pequenos gestos e apoia o ativismo ambiental. E-mail para contato: claudia@gazetainformativa.com.br

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