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Grupo de 55 pessoas visita Terra Santa

(Fotos: Ozilda Drabeski/EJD)

No dia 29 de maio, o padre Silvano Surmacz e um grupo de 54 pessoas saíram de viagem para a Terra Santa. A viagem durou 15 dias, retornando à São Mateus do Sul no dia 12 de junho. A viagem trouxe muito conhecimento de fé aos visitantes, que conheceram o lugar onde Jesus realizou milagres, e também se aprofundaram nos conhecimentos históricos, geográficos e culturais, e acima de tudo os conhecimentos religiosos que acabaram ganhando nessa viagem. Essa viagem é realizada a cada dois anos, a novidade dessa vez foi Petra e o Egito, que não faziam parte do roteiro anterior.

Em entrevista ao Jornal Gazeta Informativa o padre Silvano conta sobre a viagem. “Começamos visitando o Egito, porque quando lemos a história de Deus no antigo testamento diz que durante vários séculos o povo morou lá, e onde estão as famosas pirâmides de Gizé, tem o museu do Cairo, e também tivemos visitando o bairro Copta, que é um bairro cristão”, sabe-se que a maior parte do povo do Egito são muçulmanos, nesse bairro encontra-se várias igrejas antigas, onde a sagrada família de Jesus passaram quando tiveram que fugir de Belém por causa do Rei Erodes que queria matar os meninos que nasceram nos arredores.

Fizeram uma visita a cidade de Petra na Jordânia onde é encontrado famosos monumentos conhecidos, depois retornaram a Israel onde visitaram o Qumram, onde estão os famosos achados pergaminhos de Qumram, 1937, são um dos maiores achados arqueológicos. “Depois nós subimos, passamos por Qumram e fomos até Jericó, onde aconteceu uma missa em uma casa de cristãos, Jericó também é uma cidade muçulmana, está nas mãos dos palestinos, é a cidade mais antiga do mundo, ela tem mais de 10 mil anos, e está à 400 metros a baixo do nível do mar”, e é lá que acorre o episódio, circo de Jericó feito por Josué filho de Num. “Quando o povo saiu do Egito liderado por Moisés, eles cercaram a cidade e derrubaram as muralhas, e a partir daí reconquistaram Canaã. É também a cidade mais baixa do mundo, está a baixo do nível do mar”, destaca o padre.

A CADA LUGAR VISITADO UMA NOVA HISTÓRIA

A viagem não para por aí, seguiram até Tiberíades, uma cidade que fica ao lado do mar da Galileia. “Esse lago tem uma curiosidade, foi onde Jesus chamou os primeiros apóstolos e caminhou sobre as águas, ele está a 170 metros a baixo do nível do mar, o rio Jordão que entra por um lado e sai pelo outro, é um lago de água doce”, o grupo fez uma visita ao lugar onde Jesus multiplicou os pães. “Estivemos em Cafarnaum, a cidade onde Jesus se fixou durante os três anos do ministério público, visitamos a sinagoga onde ele pregava, a casa de Simão Pedro, e também fizemos um passei de barco pelo mar da Galileia”.

002Rezaram uma missa no monte das bem-aventuranças, onde Jesus fez o sermão da montanha, e logo após subiram para Nazaré, onde ainda se encontra restos da casa de Maria mãe de Jesus. Conheceram a casa de José, onde a sagrada família viveu durante 30 anos antes de Jesus iniciar no ministério público. “Depois disso fomos até o rio Jordão, ali as pessoas tiveram a oportunidade de renovar as promessas batismais, nós jogamos água na cabeça delas lembrando o dia do batismo, depois subimos para Jerusalém que era a meta alta da nossa peregrinação, a cidade santa”, ali o grupo refez os caminhos de Jesus, desde o lugar onde ele foi condenado a morte, a via-sacra, onde ele carregou a cruz, até chegar ao monte calvário. “Visitamos o lugar onde ficou a cruz de Jesus, visitamos também a pedra da deposição onde o corpo dele foi preparado para funeral, depois nós visitamos o Santo Sepulcro que é o ponto mais alto da fé onde Jesus ficou sepultado três dias e ressuscitou, ali nós rezamos uma missa na capela ao lado do Santo Sepulcro com o grupo”.

O grupo visitou Belém onde aconteceu mais uma missa, logo após voltaram para Jerusalém para outras visitas, como o Jardim das Oliveiras, o Muro das Lamentações, e também tiveram a oportunidade de visitar o senáculo, o lugar onde Jesus realizou a santa ceia, e onde também veio o pentecoste onde nasce a nossa igreja. “A última visita em Jerusalém foi no museu da bíblia onde estão os pergaminhos de Qumram, é um ponto de referência para a nossa fé crista. Em seguida retornamos a Roma, na passagem de volta visitamos o vaticano, os museus do vaticano, o tumulo de São Pedro, entre outros monumentos históricos”, e depois disso o grupo retornou à São Mateus do Sul, chegando na sexta-feira, 12. Padre Silvano ainda destaca sobre a visita a Roma. “Lá tivemos a audiência com o Papa, foi um momento muito auto da nossa visita, o Papa passou bem perto de algumas pessoas do meu grupo, ele falou naquele dia sobre doença e família, como primeiro hospital de atendimento dos próprios doentes”, finaliza padre Silvano.

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