Registro da superlua. (Foto: FLICKR/LENSMATTER/CREATIVE COMMONS)

Depois da superlua de sangue, que ocorreu no dia 21 de janeiro, o céu será novamente iluminado por uma superlua na terça-feira, 19 de fevereiro. O evento não é tão raro quanto o fenômeno astronômico do mês passado, um eclipse lunar total que coincidiu com a Lua estar no ponto mais próximo da Terra. Mas será imperdível mesmo assim, pois será a maior superlua do ano — e a estimativa é que só em 2026 o satélite apareça tão grande quanto.

Na data, a Lua estará na fase cheia e no perigeu — ponto mais próximo da  Terra — a 356.761 quilômetros de distância do nosso planeta. É tão perto que alguns astrônomos o chamam de perigeu extra-próximo. Embora atinja o perigeu às 7h09 no horário de Brasília, ela só estará completamente cheia a partir das 13h54, o que ajuda a aumentar o efeito do fenômeno. 

O termo superlua não é um nome astronômico oficial. Ele foi cunhado em 1979, pelo astrólogo americano Richard Nolle, que a definiu como “uma Lua nova ou cheia que ocorre quando a Lua está na ou próxima (a pelo menos 90%) de sua maior proximidade da Terra”. O porquê ele escolheu os 90%, porém, não é claro.

Além do fenômeno astronômico principal da semana, na segunda-feira, 18, será possível observar alguns planetas a olho nu. Antes do nascer do Sol, haverá uma conjunção entre Vênus e Saturno a sudeste, na constelação de Sagitário. Após o pôr do sol, Mercúrio ficará visível no horizonte ocidental.

Fonte: Revista Galileu

Redação do jornal Gazeta Informativa

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