Esporte

Moradora de Antonio Olinto participa do revezamento da Tocha Olímpica

No dia 15, Campo largo (PR), recebeu a passagem da Tocha Olímpica – Rio 2016. Uma das pessoas que carregou o símbolo olímpico foi a moradora de Antonio Olinto, professora de Educação Física, Dulcia Augustinhak dos Santos, 32 anos.

Para ela, participar do revezamento da Tocha Olímpica, foi um momento mágico e uma energia maravilhosa. “Foi muito emocionante e lindo. É muita honra representar meu município e as escolas que eu trabalho. Agradeço de coração a todos meus familiares, amigos, alunos e conhecidos que me apoiaram nesse momento especial e a Prefeitura Municipal de Antonio Olinto pelo apoio e homenagem. Fui muito bem recebida na cidade de Campo Largo, uma energia que contagiou a todos. No momento do revezamento, eu só consegui rir e acenar. Não sabia se estava caminhando ou flutuando por tamanha emoção”, relata emocionada.

Dulcia relembra que recebeu a confirmação no dia 17 de março que seria uma das condutoras da Tocha dos Jogos Olímpicos. “Quando eu soube, fiquei muito emocionada. Sai gritando falando alto mas minha mãe não entendeu nada. Voltei a ler o e-mail de confirmação algumas vezes até ter certeza o que estava acontecendo comigo”, conta.

Dulcia é natural de São Mateus do Sul mas reside na comunidade da Lagoa da Cruz, em Antonio Olinto, é professora de Educação Física, na Secretaria de Estado da Educação do Paraná, se formou em Licenciatura e Bacharelado no ano de 2010 e faz 3 anos consecutivos que trabalha pelo PSS. Atualmente trabalha no Colégio Estadual do Campo Duque de Caxias de Antonio Olinto, Colégio Estadual do Campo Cecília Meireles da comunidade do Butiá e na Escola Estadual do Campo Profº Ernestina Weinhardt da Silveira da Água Amarela de Cima.

A chama Olímpica é um importante símbolo na história dos jogos Olímpicos e representa a paz, união e a amizade. A chama é conduzida através das Tochas, em um grande revezamento que leva a mensagem Olímpica para além da cidade – sede e que termina com o acendimento da pira na Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos no Maracanã.

“Foi uma experiência incrível. É gratificante para minha profissão poder relatar para meus alunos que é possível realizar um sonho, basta acreditar, além de trazer o espírito olímpico para meu município e colégios que eu trabalho. Me sinto muito feliz, de ter participado de um dos maiores eventos do mundo, é muita honra conduzir a Tocha Olímpica”.

Para poder conduzir a tocha é preciso de uma indicação. A participação do condutor é voluntária, sem qualquer tipo de compensação ou prêmio, além da honra de conduzir a Tocha Olímpica. Dulcia e todos os outros participantes, não precisaram pagar taxa de participação, mas as despesas de locomoção, hospedagem e alimentação foram de suas inteiras responsabilidades.

“Único critério de escolha é a história inscrita, qualquer pessoa que mostra seu exemplo de vida e ajuda a levar os valores Olímpicos pelo país”, destaca Dulcia. Seu marido, Jairlando Santos Bassalo, que a indicou. “O que me motivou indicar a Dulcia para ser condutora da Tocha Olímpica foi a dedicação que ela tem com o esporte nas escolas públicas em que ela é professora de Educação física, a cada jogo ou evento que os seus alunos participam ela vibra como se todos fossem seus filhos. Através das nossas conversas no cotidiano do dia-a-dia e seus depoimentos, ela retrata todo o desafio que é aplicar os conteúdos de esporte para as crianças mais carentes que estudam nessas instituições tão privada de recursos. Tudo isso nunca a desmotivou, ela sempre dribla as dificuldades com criatividade e com muito amor. Por tudo isso eu a indiquei para ser condutora”, relata com orgulho Jairlando.

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