Trecho em que a ciclovia da Rua do Canal chega até a rua Dona Estefânia. Pedestres e ciclistas precisam atravessar
a via para acessar a continuação da ciclovia.

Atravessar a rua ou entrar na via com o carro em momentos de grande movimento são questões comuns ao trânsito de qualquer cidade. Mas em São Mateus do Sul alguns motoristas e pedestres vêm notando algumas dificuldades no trânsito nas ruas Ulisses Faria e Dona Estefânia.

Por volta de setembro de 2020 foram realizadas obras para revitalização da Rua Ulisses Faria, com a introdução de uma ciclovia, que garante maior segurança e agilidade na locomoção com bicicletas, e duas travessias elevadas. Uma delas próxima a esquina com a Rua João Gabriel Martins e a outra na esquina com a Rua Augusto Tararan. As travessias ajudam na redução de velocidade dos veículos e travessia dos pedestres.

Porém, pouco antes do cruzamento da Ulisses Faria com a Guilherme Kantor havia uma lombada que facilitava tanto a passagem de veículos da Guilherme Kantor quanto a conversão daqueles que seguem no sentido Ozy Mendonça de Lima.

“É muito ruim, às vezes chego com o carro no cruzamento e tenho que ficar até cinco minutos esperando na esquina até conseguir sair do lugar”, comenta a moradora da região Mari Stori. Ela complementa que “é muito carro indo rápido demais e quando dá para sair por um sentido, no outro já tem carro vindo no oposto”.

Antes da obra de revitalização havia uma lombada a poucos metros da esquina, o que reduzia a velocidade dos motoristas que guiavam no sentido da BR, possibilitando assim uma saída mais segura. “Depois que tiraram a lombada no ano passado, ficou mais difícil arrumar uma brecha para sair”, explica.

Rua Dona Estefânia e ligação com a rodovia

Enquanto na esquina entre as ruas Ulisses Faria e Guilherme Kantor a dificuldade é para os carros que vêm desta última, em outro ponto da cidade, não muito longe dali, quem reclamam são os pedestres.

Na Rua do Canal, que segue paralela ao Rio Canoas e dá acesso para a Rua Dona Estefânia, existe uma ciclovia na qual muitas pessoas fazem exercícios físicos, pedalam e também utilizam propriamente como local de passagem para ir trabalhar, por exemplo. Do outro lado da Dona Estefânia há um caminho calçado, um prolongamento da ciclofaixa da Rua do Canal.

Moradores das redondezas comentaram com a reportagem que há dias em que precisam esperar “um bom tempo” para conseguir cruzar para o outro lado da ciclofaixa. Muitas vezes não é nem em virtude do fluxo de veículos, mas pela velocidade com que alguns carros ou caminhões se aproximam.

A reportagem foi até o local em mais de uma ocasião e o que se constatou é que o movimento que dificulta a passagem de pedestres depende de como está o movimento na rodovia. Isso porque a rua funciona como uma ligação entre as PR 151, a BR 376 e a PR 364 (popularmente chamada de estrada de Irati), o que promove maior intensidade no movimento em comparação com ruas que recebem apenas o tráfego urbano do município.

Comentários

Compartilhe:


MATÉRIAS RELACIONADAS
Feira também acontecerá no primeiro e terceiro domingo do mês
Representantes elencam perspectivas para o futuro de São Mateus do Sul
Mais de cem vagas estão disponíveis para Parada de Manutenção na SIX