Elza Micharski, de 22 anos, a foi vítima. (Reprodução/Redes Sociais)

Infelizmente mais um caso de feminicídio aconteceu em São Mateus do Sul na noite do último domingo (5), por volta das 19h. A jovem Elza Micharski, de apenas 22 anos, foi morta pelo ex-companheiro Alisson Barbosa, de 24 anos, que não aceitava a separação do relacionamento. Eles eram casados há 7 anos. A vítima já tinha feito alguns boletins de ocorrência contra o agressor conseguindo medidas protetivas com decisão judicial de afastamento do lar, em que o ex-companheiro deveria manter distância mínima.

Contudo, na noite de domingo, Alisson motivado por ciúmes, passou a seguir a ex-esposa. Na Rua Eduarda Sprada, na Vila Pinheirinho, parou o veículo e golpeou a ex-esposa com uma barra de ferro e após a agressão, atropelou-a. A vítima foi encaminhada ao Pronto Socorro municipal e não resistiu aos ferimentos.

Fugindo do local do crime, a Polícia Militar iniciou as buscas contra o assassino que foi preso na comunidade do Faxinal dos Ilhéus.

Na próxima edição impressa da Gazeta Informativa, você acompanhará uma reportagem completa sobre o assunto.

Entenda o que é feminicídio

O feminicídio passou a ser tratado como sentença criminal desde o dia 9 de março de 2015, sancionado pela Lei nº 13.104, que passou a tratar casos dessa categoria como circunstância qualificadora do crime de homicídio.

A principal característica do feminicídio é a morte intencional de pessoas do sexo feminino, mas isso não significa que todo assassinato de mulher é categorizado como feminicídio.

Muitos pontos são levados em consideração na indicação para o feminicídio, dentre eles: mutilações ou ataques genitais; escolha da mulher para ser morta ou o fato de que o comportamento feminino se torne a justificativa para o assassinato.

Considerado como crime hediondo, a principal diferença entre homicídio comum e qualificado é a pena de prisão, onde os simples preveem de 2 a 12 anos, e os qualificados de 12 a 30 anos.

Redação do jornal Gazeta Informativa

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