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Para uma boa parte das pessoas, quando há várias opções de escolha ou quando se tem que decidir sobre pressão há grande dificuldade para se ordenar o pensamento, para se analisar as alternativas. Quanto mais se pensa no problema ou nas opções mais difícil é a decisão. O que parecia certo há alguns minutos torna-se impensável logo depois. O estado emocional acaba influenciando a organização do pensamento.

Há quem prefira não pensar no que possa acontecer no futuro. Outros acreditam que as coisas se resolvem por si ou que o tempo soluciona tudo. Acredito que, para aquilo que é importante, deve haver o mínimo de análise, de planejamento e organização.

Existem problemas que se repetem na vida das pessoas. Há situações de dificuldade que afetam o dia-a-dia das organizações e que também se repetem nas histórias organizacionais. Então, são previsíveis ou há como se pensar antecipadamente em formas de combater ou evitar tais obstáculos.
Devemos trabalhar para que nunca aconteçam, temos que pensar e agir positivamente para que nunca ocorram, mas se vierem temos que estar preparados.

Uma pessoa conhecida dizia que temos que estar preparados para o pior, que tudo pode dar errado. Se acontecer o pior, estamos preparados, senão, melhor ainda.

Se algo é importante para você ou para a organização que dirige ou em que trabalha, invista parte do seu tempo preparando o seu futuro. Se o problema já bateu à sua porta, faça o mesmo exercício de avaliação e de preparação e atue.

Coloque tudo no papel. Inicialmente, não se preocupe com a forma, com a aparência, apenas vá anotando tudo que lhe vem à mente. Faça uma lista das alternativas possíveis. Depois, para cada uma delas anote as vantagens e desvantagens da opção em análise. Também registre as oportunidades e as ameaças para que você atinja o seu objetivo.

Caso o problema a ser resolvido envolva números, mais importante ainda é o registro, o cálculo. Se usando uma planilha eletrônica como apoio podemos errar, com o cálculo mental podemos falhar mais ainda, mesmo que tenhamos sido bons alunos nas aulas de matemática.

Se você tem alguém de sua confiança ou que participe do seu problema, peça ajuda: “duas cabeças pensam melhor que uma!”.

Alguns podem me dizer: isso tudo é óbvio! Eu lhes asseguro que muitos de nós, nos momentos de dificuldade, esquecem do óbvio, do evidente. A ansiedade em encontrar a solução nos deixa cegos em relação a pontos básicos e, depois, nem acreditamos que não os enxergamos.

Sempre que paramos para organizar nossos pensamentos e ações há com o se fazer do limão uma limonada!

Adnelson Borges de Campos
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