Borboleta que pousou em minha mão no sábado, dia 20 de julho. (Foto: Cláudia Burdzinski/Gazeta Informativa)

Era passado do meio dia de sábado e o sol mostrava sua presença por entre as poucas nuvens do céu azul. O vento frio que batia no rosto fazia lembrar que estávamos no inverno, mas com o sol de uma primavera bem florida.

Tinha acabado de sair do meu expediente do jornal e esperava a carona do meu tio na esquina entre as ruas Ulisses Faria e João Gabriel Martins. Como tinha uns minutos de horário vago, aproveitei para atualizar o feed de algumas redes sociais. “Data Limite…”, não era a primeira vez que essas palavras estavam sendo comentadas pelos meus amigos. Como tinha tempo para ficar por ali, resolvi pesquisar um pouco mais sobre o tema, afinal, não sabia do que se tratava e porque algumas pessoas falavam tanto desse assunto.

“Em 1971, o médium Chico Xavier apareceu em um programa de TV falando sobre uma suposta profecia para 20 de julho de 2019, no sábado, data em que foi comemorado os 50 anos da chegada do homem à Lua. Segundo o espírita, a data seria um marco para a humanidade, uma espécie de ‘data limite’ para grandes acontecimentos. Muitos espíritas ligam a ‘profecia’ de Chico há algumas mudanças na Terra: desastres naturais cada vez mais frequentes, cura de várias doenças e demais ações”, mencionava uma publicação. De acordo com o escritor Juliano Pozati, a data limite não tem a ver com o fim do mundo, e sim o começo de uma nova era, a renovação de um ciclo.

Assim que acabei de ler o material sobre essa renovação de ciclos uma pequena borboleta começou a fazer voltas perto de mim. Com tons laranjas e amarelos, ela parecia flutuar perto da calçada à minha frente. Não hesitei e me aproximei perto de seus balanços junto do vento. Com muita facilidade ela pousou em meu dedo, de forma rápida e bem inesperada. Era bonito de ver a forma com que suas asas abriam e se fechavam quase como no ritmo de minha respiração.

Cheguei em casa e contei da minha experiência com a borboleta para minha família. Nisso, minha mãe foi pesquisar se esse contato tão fácil teria alguma ligação além. Quando minha mãe começou a ler um texto do Chico Xavier sobre a espiritualidade das borboletas, não tive como não me emocionar.

“As borboletas têm períodos de vida relativamente curtos, a maioria vive apenas por uma semana ou duas. Isso também serve como um lembrete para nós. Embora vivamos muito mais que a borboleta, a vida é passageira e o tempo passa rapidamente. Anjos muitas vezes se comunicam conosco através de borboletas. Quando uma borboleta aparece em seu meio, pode ser seu anjo da guarda ou guia espiritual enviando um sinal. É difícil ignorar a presença de uma borboleta, então considere-a um comunicado importante. Os entes queridos que partiram também podem falar conosco através de borboletas. Então, da próxima vez que uma borboleta cruzar seu caminho, tome cuidado com este mensageiro espiritual. Você está obviamente destinado a receber uma mensagem de grande importância”, relatava parte do texto.

Sei que vai existir pessoas que não vão acreditar na intensidade desse relato. Mas sei que não foi coincidência uma borboleta se aproximar no momento que eu estava lendo sobre o início do novos ciclos. Me senti leve, privilegiada e com a certeza que existe algo maior para confiar. Bem-vindo novo ciclo!

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