Nem tão simples assim...

Olá, olááá!

E aí pessoa linda! Tudo bem com você? Eu realmente espero que sim, porque está tudo supimpa comigo.

“Opa, opa, opa, quem é essa doida aqui? ” Eu sei que você deve estar se perguntando isso. E eu respondo a sua interessantíssima pergunta! Eu sou a Anna Julia, tenho 16 anos, estou no terceiro ano do Ensino Médio e realmente faltam alguns parafusos dentro da minha cachola, mas fazer o que? Como diz o Chapeleiro Maluco: as melhores pessoas são assim.

“Nossa, 16 anos, o que que ela sabe sobre a vida para escrever uma coluna?” Outra excelente indagação, caro leitor. Sabe o que eu sei? O monte de doideira que todo adolescente vive. Eu não sou “vida loka”, não vou muito em festas, nem tenho uma vida tããão agitada ou um círculo de amigos muito grande, mas meu mundinho é bem diferente, pode ter certeza. Por exemplo: não são muitas as pessoas da minha faixa etária que gostam de ler e escrever, mas eu amo! Inclusive aqui vos escreve alguém que pretende cursar Jornalismo. Sabe por quê? Porque eu sou especialista em falar e adoro conversar.

Assim: a meu ver, depois que as pessoas crescem, elas esquecem uma grande parte da estranha sensação de ter 15, 16, 17 anos. Normal, é necessário ver a vida com outros olhos, mas a alegria, o entusiasmo e a disposição para fazer as maiores loucuras que temos na adolescência, nunca deveria ser deixada de lado. Isso, na maior parte do tempo acaba em alguma confusão, um problema complicadinho ou até em fraturas. Em compensação, quando dá certo é para valer, e pode ser que dali surja a solução mais simples para os problemas mais estranhos!

Às vezes temos “dedinhos nervosos”, digitamos o que não deveríamos, apenas por não pensar antes de fazê-lo e isso pode acabar em uma grande enrascada ou até dar certo, depende muuuito da ocasião. Ou então falamos, argumentamos e discutimos demais só porque temos uma leve queda por ter razão. Isso normalmente resulta em castigo, um “Cale a boca!”, um “atá”, ou muito pior: um vácuo no WhatsApp. Embora, quando a outra pessoa diz, nem que seja singelíssimo, “é, pode ser que você (talvez / porventura / de alguma forma / em alguma realidade paralela) tenha razão. T-a-l-v-e-z.” Isso faz seu dia valer a pena, tanto quanto o “Bom dia” do crush*.

Como é de praxe, não vou nem citar espinhas, cravos, tarefas, aulas extracurriculares, trabalhos, provas, busca por emprego, namorados (as), irmãos, séries para colocar em dia, livros fazendo fila para serem lidos e tantos filmes para assistir que chega a faltar noites de sexta-feira. Além disso, ainda temos nossos artistas favoritos nos obrigando a fazer o download de suas músicas e comprar cartões de memória de infinitos gigas para caber cada lançamento (que tem que vir na melhor qualidade e com capa, lógica e obviamente, né?).

Sei que se você está lendo, provavelmente já passou por essa fase. Mas é muito boa né? Faz bem pouco sentido e é bem conturbada mas vale muito a pena.

Enfim, essa sou eu, meio doida sim, bastante avoada sim, feliz e de bem com a vida também! E a partir de hoje, convido você a me acompanhar semanalmente lendo minhas colunas na Gazeta Informativa! Vamos lá?

*Crush: quando eu tinha 6 anos a gente chamava de paixonite, dá na mesma.

Beijos,
Anna.

annajulia.reginato@yahoo.com.br

Anna Julia Reginato
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