Artigo de Opinião

Palavras, retórica e domínio de ideias

(Imagem Ilustrativa)

A arte de domínio de uma boa gramática é o amor de alguns, e pavor de outros. Durante o ensino fundamental, passamos a conhecer mais sobre a nossa língua, e a junção de sons e códigos que formam palavras e elaborações de frases.

A exigência por uma melhor alfabetização também é um ponto de partida de acordo com as profissões que iremos seguir: algumas exigem um vocabulário mais elaborado, outras não tanto.

É incrível como o domínio de uma boa retórica é capaz de mudar e influenciar o pensamento de algumas pessoas. Líderes governamentais fazem de sua fala uma poderosa arma de persuasão. Discursos montados com a concordância conveniente é um dos meios mais eficazes para adquirir a fé e um possível contentamento ideológico.

Hoje, percebemos o fanatismo extremo de algumas pessoas por possíveis “líderes de opinião”. O mais pertinente disso tudo, é que elas concordam e defendem com unhas e dentes pensamentos que muitas vezes favorecem apenas a maneira individual de ponderar. Muitos acreditam que é “errado”, e uma “perca de tempo” procurar outros tipos de opinião. O medo e a insegurança fantasiada de certeza e exatidão são os principais problemas disso tudo.

As palavras são as principais disseminadoras de ideias do mundo! Usadas para o bem e também para o mal, elas são o reflexo puro do caráter humano. Palavras são muito mais do que a junção de sílabas, acentos e hifens. Elas ponderam entre a escrita, a prática e também na maneira interpretativa.

Percebemos através da fala a confiança e também a insegurança de quem está à proferindo. É com elas que encontramos maneiras de conseguir ajuda, e também compartilhar momentos pertinentes. A capacidade de uma simples palavra pode mudar o rumo de uma história.

Quem sabe o meu principal recado para essa semana é que você perceba o poder que as palavras têm. Observe, questione e principalmente, analise com calma tudo que o outro está falando. “A retórica é útil porque a verdade e a justiça são por natureza, mais fortes que os seus contrários; de modo que se as decisões não são formuladas de maneira correta, deve-se concluir, necessariamente que é por sua própria culpa que terminam em fracasso: e isso é digno de reprovação” – Aristóteles.

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