A parada geral programada de manutenção da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX) durará 40 dias. (Foto: Cláudia Burdzinski/Gazeta Informativa)

Iniciará no próximo sábado (25), a parada geral programada de manutenção da Unidade de Industrialização do Xisto (SIX), em São Mateus do Sul. De acordo com a assessoria da SIX, a ação é um procedimento de rotina nas instalações industriais da Petrobras e segue itens normativos e padrões internacionais de segurança. A ação durará 40 dias.

 “A parada para manutenção visa manter a segurança operacional, garantindo a segurança dos trabalhadores e das comunidades próximas, atender às normas exigidas pelo Ministério do Trabalho (integridade dos equipamentos) e reestabelecer as capacidades operacionais, além de promover melhorias no processo industrial”, informa a SIX. As empresas clientes da Unidade foram informadas com antecedência sobre a interrupção temporária na produção para planejarem seus estoques e evitarem impactos no abastecimento do mercado.

De acordo com Virgílio Coltro, supervisor geral da empresa Celta Serviços Industriais, responsável pela parada programada junto da Petrobras, na ação irá ocorrer a manutenção eletromecânica da planta que abrange todos os equipamentos dentre eles: vasos, torres, tanques, compressores, forno, retorta, tubulação, precipitador, chaminés e tocha.

Coltro explica que por se tratar de uma empresa de grande porte, a ação está acontecendo desde o dia 4 de março com serviços de pré-fabricações, levantamentos de materiais e máquinas da SIX. “A parada finalizará no dia 2 de julho, o que nos dá um horizonte de 36 dias de manutenção tendo 2 dias para comissionar a parada e 2 dias para comissionar a partida, assim trabalharemos entre os dias 27 de maio a 30 de junho”, esclarece.

Entre todos os cargos e funções diretas e indiretas, foram contratados 396 colaboradores sendo eles 93% são-mateuenses, que atuarão nas áreas de liderança na supervisão e encarregados, principalmente como caldeireiros, mecânicos, soldadores, técnicos de segurança, motoristas, almoxarifes, inspetores, técnicos em planejamento, auxiliares de serviços gerais, refrataristas, isoladores entre outros.

“A Celta além de buscar a maioria da mão de obra local vem fazendo parcerias com empresas de diversos segmentos onde hoje temos em torno de 15 parceiros locais que representam 85% da nossa carta de subcontratação”, explica Virgílio. As empresas parceiras prestam serviços nos segmentos de papelarias, gráficas, hotéis, ramo alimentício, transporte coletivo, usinagem, mecânica, entre outros. “Essa movimentação reflete a capitalização da mão de obra local que tendo o dinheiro em mãos, vem a gastar no comércio e movimentar a economia do município”, garante.

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