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Presidente da CDL defende empresários e consumidores em audiência pública na Alep

Fotos: Pedro Oliveira/Alep

Fotos: Pedro Oliveira/Alep

Na terça-feira, dia 1° de março, a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), recebeu a força da Classe Lojista e empresarial em um de seus auditórios para debater, na Audiência Pública sobre a obrigatoriedade da comunicação na modalidade de A.R. (Aviso de Recebimento) quando da negativação do nome do consumidor nos bancos de dados dos bureaus de crédito.

O projeto de autoria do deputado Luis Claudio Romanelli, foi transferido para o Plenarinho para comportar o grande número de pessoas que compareceram à audiência e discutiram amplamente todos os efeitos da lei que obrigaria todas as empresas a enviar uma carta registrada com aviso de recebimento (A.R.) para cada um dos consumidores que tivessem o nome incluído no sistema do SPC. A consequência da aprovação deste projeto seria o crescimento contundente da inadimplência seguido pelo risco de desemprego e fechamento de empresas, aumento dos juros dos cartões de crédito, a inviabilização da concessão de crédito principalmente nas micro e pequena empresas devido ao altíssimo custo que tal lei acarretaria.

Audiência Pública reúne deputados e representantes de associações comerciais e órgãos de defesa do consumidor.

Audiência Pública reúne deputados e representantes de associações comerciais e órgãos de defesa do consumidor.

Preocupada com o reflexo do projeto, a CDL de São Mateus do Sul se fez presente na audiência, representada pela sua presidente Ingrid Eliane Hoch Ulbrich, o vice-presidente João Dimas Furtado Staniszewski e o vice-diretor de comunicação Michel Ulbrich. Também acompanharam a comitiva a gerente administrativa da CDL, Joseane Machado Vieira, a publicitária Renata Santana e o senhor Luis Renato Novakoski.

Na oportunidade, a presidente Ingrid foi ovacionada pelos presentes e aplaudida por vários deputados, quando fez o uso da palavra para defender a estagnação do projeto e propor a reflexão de todos sobre o significado da sigla SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), fazendo-os pensar que tal lei seria um desserviço à população, incentivo ao calote e prejudicial aos bons pagadores, que perderiam ao não ter mais acesso ao crédito devido a inviabilização do crediário.

Confira aqui o momento da participação da Ingrid Ulbrich, onde com coragem defendeu de forma incisiva e direta os empresários e consumidores, externando sua indignação perante o Projeto de Lei 594/2015 que obriga a comunicação na modalidade A.R. quando da negativação do nome do consumidor, visto que atualmente já é comunicado automaticamente pelo SPC Brasil, o que prejudicaria as empresas gerando inviabilidade econômica e consequentemente desemprego, além de provocar a extinção do crediário, prejudicando os bons pagadores e abrindo caminho para o aumento das taxas de juros dos cartões de crédito.


Leia mais: Deputados querem aperfeiçoar projeto que implanta comunicação por AR a clientes inadimplentes

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