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Reinventar é preciso! Gazeta Informativa muda formato e segue novas tendências

Há pouco mais de um ano, por conta da ousadia e amor ao bom jornalismo informativo, foi lançada a Gazeta Informativa (GI). Agora o semanário ousa novamente para atender às novas perspectivas de mercado e buscando maior facilidade de leitura, bem como agregando um conceito de modernidade para fortalecer o produto e, por consequência, dos parceiros, colaboradores e anunciantes. Em meio a tudo, também foi agregado ao jornal impresso uma Web TV.

A mudança

“Nesta edição, o jornal que era impresso no formato standart (52,5 centímetros de altura por 29,7 de largura), passa para berliner (40 centímetros de altura por 25,5 de largura). Este novo formato é mais compacto e moderno, o que tornará o jornal mais fácil de ler”, explica a diretora do GI, Thaís Siqueira. De acordo com a jornalista, a mudança ocorre pela mentalidade moderna ligada ao jornal. Também, na busca de melhor se adaptar perante novas exigências do público e mercado, tecnologias e inovações. “Eu acredito que esta mudança pode dividir opinião”, pondera.

A ousadia é um elemento fundamental da sociedade, mas pode incorrer em atitudes adversas, pelo menos até se acostumar com a novidade. O tradicional sempre cria resistências e isso não é diferente num jornal, pensado como produto de mercado. O formato standard é maior, tem o charme do manuseio e aparenta grandeza. Contudo, até pela vida agitada do dia-a-dia, o berliner facilita a condução da leitura e o transporte. Essa mudança não se restringe ao tamanho, mas ao fato de agregar mais imagens e textos curtos. A ideia é que cada edição possa chegar até os leitores com essa maior carga de qualidade.

Modelo compacto

“O novo formato da Gazeta Informativa é mais compacto, tem mais praticidade, mais mobilidade, mais conteúdo e mais páginas coloridas”, ressalta Thaís. O jornal standart era composto de 12 páginas, tendo apenas quatro coloridas. O novo modelo passa a contar com 16 páginas, sendo a metade colorida e mantém conteúdo atrativo. “O formato mudará, mas a paixão, o amor e a qualidade, com que fazemos o jornal especialmente pensando no leitor, continuará igual”, garante a diretora.

Esta tendência do modelo menor tem sido seguida por diversos jornais ao redor do mundo e no País. As empresas se orientam por pesquisas criteriosas junto aos leitores que entendem essa mudança ser importante. Sobretudo para a leitura, bem como pela melhor distribuição do conteúdo possível nesse formato. Isso prova que o jornal grande perde espaço para o de melhor manuseio, ficando antiquado aos padrões atuais.

Um ano de história e as expectativas

“Quando decidi abrir meu próprio negócio foi um desafio muito grande. Eu sabia que seria difícil e está sendo. Nada vem de graça. É preciso suar a camisa e ter muita atitude e determinação. Estou sempre em busca de novidades e de conhecimento. Estou errando e aprendendo muito. Cada dia é um novo desafio. Depois que iniciei o jornal, precisei me privar de certos prazeres, confortos e comodismos. Mas, está valendo a pena”, relata Thaís passando de entrevistadora a entrevistada.

A jornalista frisa que em sua rotina diária, um ano após criar seu próprio veículo de comunicação é marcada por, cada dia, buscar ser melhor que o anterior. “Eu quero levar, toda semana aos leitores, o melhor jornal, uma edição bonita, cheia de informações relevantes e que ele faça a diferença na vida das pessoas e onde ele chegar”. O trabalho, segundo ela, é feito com amor e carinho, alimentado pelos elogios. Por outro lado (humano), Thaís admite que muitas vezes pensou em desistir, mas troca esse verbo por ‘persistir’.

“O maior desafio foi nos seis primeiros meses, até conquistar os primeiros anunciantes e assinantes, organizar a empresa e fazer o jornal ficar conhecido na cidade e região”, enumera. Segundo a jornalista, foi necessário o aprendizado prático sobre o funcionamento do jornal. Fato que persiste todo dia, na busca de melhorar sempre. A concorrência com outro veículo, há duas décadas no mercado, fez com que o GI iniciasse, desde a 1ª edição, com gama de recursos focados em atrair pelo conteúdo, qualidade gráfica e inovações. “Pensamentos novos, ideias novas, estilo diferente. Então, não demorou muito, até o jornal cair no gosto da população”, acrescenta.

Convivendo com a crise

“No jornal eu faço de tudo um pouco. Escrevo, edito, corrijo, vou atrás de notícia, fotografo, filmo, diagramo, cuido das vendas e do financeiro, e até faço faxina. Nos primeiros meses, eu que entregava os jornais de porta em porta, aos assinantes e anunciantes”, conta a proprietária. Como evolução recente, Thaís contratou um entregador de jornal e uma estagiária. “A crise afeta um pouco, mas eu corro muito atrás das coisas, sou bastante sonhadora e batalho muito. Eu comecei minha empresa na crise, se estou sobrevivendo a ela, então acredito que estou no caminho certo para o sucesso”, pontua.

Web TV – inovação

“A Web TV é uma forma de driblar a crise. É um meio de comunicação muito atrativo, principalmente para os anunciantes”, testemunha a jornalista, afirmando que, esse produto, se mostra com potencial de retorno.

Jornal, vida e família
“Sem dúvida, estou amando fazer o jornal. O engraçado, é que quando eu estudava jornalismo, eu não queria nem saber de jornal impresso e hoje, estou aqui, fazendo o meu. O GI é a minha vida”, desabafa Thaís.

Thaís demonstra imensa satisfação e comenta, com enorme sorriso no rosto, que as pessoas adoram o jornal Gazeta Informativa. “A cada dia o número de assinantes sobe. Os elogiam chegam até nós, por meio de ligações, e-mails, mensagens nas redes sociais e sou muito grata por tudo isso e por todos que têm manifestado.” Segundo ela, todo o esforço e dedicação está sendo recompensado.

“Quero deixar um agradecimento especial aos meus pais e ao meu noivo, que sem eles, eu não chegaria onde estou hoje. Eles me deram todo apoio e estão comigo em todos os momentos”, finaliza, com novo sorriso.

Sidnei Muran

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