(Imagem Ilustrativa)

Abdicar de algo muito importante é difícil para todos, mas é necessário, pois não podemos ter ou manter as coisas sempre do jeito que queremos, existem regramentos e convenções, que nem sempre concordamos mas precisamos seguir.

A própria vida ensina, já desde cedo, a criança a renunciar, quando pequenas perdas ou decepções ocorrem, um brinquedo que se quebra, um presente que não ganha, a falta de recursos dos pais para comprar um doce que tanto deseja, ou até a morte de um animalzinho de estimação. Isso serve para ir preparando o indivíduo para perdas maiores na vida adulta.

Mas a grande dificuldade de aceitar as perdas, vem em decorrência do apego excessivo que muitas pessoas exercem sobre as coisas, principalmente pelas coisas materiais, pessoas assim não aceitam se desfazer de nada por livre vontade, e quando sofrem algum tipo de prejuízo, chegam a ficar doente.

Na situação que estamos enfrentando com a pandemia, somos todos, de alguma forma, obrigados a renunciar de algo que já eram hábitos nossos, é desagradável com certeza, mas quem se conforma, sofre menos.

Além da rotina pessoal que mudou, mudou também a questão econômica, empregos perdidos ou falências empresariais, são situações delicadas que exigem resiliência para se manter ativo.

Porém, existe um grande perigo para aqueles que não conseguem aceitar uma mudança nesse sentido. Quem por egoísmo, não admite perder nada, pode acabar perdendo tudo se sofrer uma derrocada total. A própria vida em um ato suicida.

Por isso queridos leitores, vamos refletir e pedir a Deus que nos fortaleça nesses momentos em que a renúncia é inevitável, muita paz a todos e até a próxima semana.

Oscar Okonoski
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