O veículo possui 5,2 metros de comprimento, 2 metros de largura, 0,95 metros de altura e pesa 733 quilos. (Fotos: Cláudia e Thaís/Gazeta Informativa)

Aconteceu dos dias 11 a 15 de março, a exposição da réplica oficial do modelo MCL33 da McLaren, na Unidade de Industrialização do Xisto (SIX). A visita esteve aberta para funcionários, familiares, convidados e a equipe da Gazeta Informativa esteve presente registrando tudo.

Segundo informações da Petrobras, o modelo foi conduzido pelos pilotos Fernando Alonso e Stoffel Vandoorne na temporada 2018. O carro tem a marca Petrobras estampada em ambos os lados da capa do motor e a marca da linha de lubrificantes Lubrax no bico.

O modelo MCL33 é o primeiro carro construído pela McLaren a usar o motor Renault depois que a equipe terminou seu acordo de fornecimento de motores com a Honda depois de três anos. Lançado em uma pintura laranja e azul projetada para uma homenagem a alguns dos primeiros carros da equipe, o veículo tem o chassis de fibra de carbono, possui 5,2 metros de comprimento, 2 metros de largura, 0,95 metros de altura e pesa 733 quilos. O motor é um Renault R.E. 18 V6 de 1,6 L Turbocompressor limitado a 15.000 Rotação por Minuto (RPM).

“O destaque da colaboração entre as empresas é o desenvolvimento de combustível e lubrificantes de alta performance que pode, também, ser estendida para outros segmentos estratégicos, com o intercâmbio tecnológico”, informa a assessoria. A parceria técnica entre a Petrobras e a equipe McLaren iniciou em fevereiro de 2018, e tem na sua execução uma contribuição importante da SIX em São Mateus do Sul, que consiste no craqueamento e/ou destilação de correntes para a obtenção de frações concentradas em substâncias com elevado Research Octane Number (RON) e Motor Octane Number (MON), que representam o índice de octanagem de combustível.

O veículo ficou em exibição na indústria em São Mateus do Sul para funcionários e familiares.
A família Cousseau esteve presente durante a visitação, e os filhos ficaram maravilhados em conhecer de perto um carro como a McLaren.

O caminho desse produto até os tanques das máquinas da Fórmula 1 da McLaren é bastante longo. Assim que enviadas para Canoas – Rio Grande do Sul, ao Laboratório de Motores da Petrobras, estas correntes são misturadas a outros componentes, resultando em formulações diferentes para o combustível final. Este então, passa por testes de performance. Atualmente a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), estabelece que a gasolina das equipes de Fórmula 1 deve apresentar sete componentes chave, sendo um deles de origem bio, ou seja, produzido a partir de material vegetal que não sofreu fossilização.

A miniatura do modelo MCL33.

Para a família Cousseau, a experiência em conhecer um veículo como esse pessoalmente ficará marcada para sempre na memória. “Acho muito importante essa interação trabalho e família, ainda mais com atrações interessantes como este carro que muitos de nós não teríamos condições de chegar perto em uma corrida de verdade”, expressa Luzia Boasczyk Cousseau, que junto de seus filhos Edison Luiz Cousseau (9 anos), Luiz Gustavo Cousseau (6 anos) e João Pedro Cousseau (4 anos) conheceram pela primeira vez internamente o local de trabalho do pai Edison Cousseau. Luzia explica que os filhos são fascinados por carros, pois o pai é piloto de corridas de Arrancadas. “Os meninos ficaram maravilhados por estarem tão pertinho de um carro gigante. Segundo o Luiz Gustavo, a experiência foi divertida, pena que não deu para dar uma voltinha com a McLaren (risos)”, comenta a mãe. Para ela, esse tipo de visita incentiva os seus filhos a estudarem para escolher uma profissão no futuro, e quem sabe, eles se tornem futuros petroleiros. “Adoramos a visita e esperamos às próximas com muito entusiasmado. Obrigada SIX por essa oportunidade diferenciada.”

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