Agricultura

São Mateus do Sul é o maior produtor regional de soja

São Mateus do Sul é líder na produção de soja comparado à 9 municípios da região na safra 2017/2018. (Foto: Cláudia Burdzinski/Gazeta Informativa)

Sendo uma planta pertencente às leguminosas (juntamente com o feijão, lentilha, grão de bico e ervilha), a soja é rica em proteínas, lipídeos, fibras e algumas vitaminas e minerais, tornando-se um alimento de suma importância por conter estes diversos nutrientes.

Atuando como antioxidante, a soja também tem a capacidade de reduzir as taxas de colesterol ruim, diminuindo dessa maneira o risco do desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Efetuando o plantio nos meses quentes do ano (entre outubro e dezembro), o Brasil é o segundo maior produtor de soja do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A soja traz consigo um repasse significativo para a economia municipal, regional e nacional.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, na região do Vale do Iguaçu, onde fazem parte 9 cidades (Antonio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, General Carneiro, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitória, São Mateus do Sul e União da Vitória), o município são-mateuense é destaque na produção do grão, que traz consigo uma estimativa de área, produção e rendimento médio de: 31.800 hectares; produção de aproximadamente 104.940 toneladas e rendimento médio de 3.300 quilos por hectare.

Estando atrás de São Mateus do Sul, o município de Paulo Frontin fica em segundo lugar nesta produção, com 16.500 hectares e estimativa de 54.450 toneladas produzidas. E em terceiro lugar na produção fica o município de Paula Freitas com 15.500 hectares e estimativa de 54.250 toneladas do grão.

Segundo o engenheiro agrônomo e agricultor de São Mateus do Sul, Mário Imark, “a soja é a cultura chave para a segurança financeira do produtor. Planto desde 1990, e o cultivo me apresenta uma maior estabilidade, menor risco a sinistros de clima e maior segurança com relação a preços futuros”, diz.

Mário também destaca que estes quesitos são os principais motivos da cultura ocupar a maior parte das áreas de atividade na produção. “Planto em torno de 350 a 370 hectares, e a cultura bem conduzida sempre tem maior rentabilidade, sendo inclusive a moeda de contratos de compra e venda de máquinas e/ou imóveis”, destaca.

Estudante de Jornalismo que adora escrever e conhecer um pouco sobre a vida e a história de cada pessoa envolvida. Preza pela essência que é repassada na produção de cada matéria, valoriza os pequenos gestos e apoia o ativismo ambiental. E-mail para contato: claudia@gazetainformativa.com.br

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