(Imagem Ilustrativa)

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta quinta-feira (5) o boletim com dados atualizados do sarampo no Paraná. Desde o início de agosto, quando foi confirmado o primeiro caso, já são 538 pessoas que estão ou estiveram com a doença no Estado. É um aumento de 12%, ou 59 pessoas, nas confirmações. São Mateus do Sul, Quitandinha, Rio Negro, e Marechal Cândido Rondon tiveram as primeiras confirmações esta semana.

O boletim apresenta um quadro crescente de casos em todo o Estado, sendo o maior número de ocorrências concentrado em Curitiba. “Temos 339 casos na capital do Estado, é mais de 60% do total. Mesmo com os chamamentos ainda não atingimos as pessoas, por isso mais uma vez pedimos que as pessoas tomem as doses necessárias para prevenir o sarampo”, reforça o secretário Beto Preto.

Os adultos, com idade entre 20 e 29 anos, continuam sendo o público mais infectado com o vírus do sarampo: são 281 casos, o que representa 52% das pessoas com a doença confirmada. Por outro lado, este grupo é o que menos procura regularizar a carteirinha de vacinação. Dados do Ministério da Saúde (Sistema SI-PNI) mostram que de uma população estimada de pouco mais de 1,8 milhão de jovens na faixa de 20 anos, foram aplicadas apenas 159 mil doses da vacina durante o ano de 2019.

Toda a população, com idade entre 01 a 29 anos deve receber duas doses da vacina trípliceviral e, de 30 a 49 anos, uma dose. O Ministério da Saúde disponibilizou também a vacinação para os bebês de 6 a 11 meses, que é a chamada “Dose Zero”. O calendário nacional de vacinação indica que aos 12 meses de vida a criança deverá receber a primeira dose da trípliceviral (que previne sarampo, caxumba e rubéola) e o indicado é a aplicação da segunda dose aos 15 meses de vida com a tetraviral, que previne sarampo, rubéola, caxumba e varicela/catapora.

As doses da vacina estão disponíveis gratuitamente nas unidades básicas de saúde de todos os municípios do Estado. A Sesa recomenda que as pessoas levem a carteira de vacinação até o local e, caso não tenha o documento, não há problema. A pessoa será vacinada da mesma forma e receberá uma nova carteira de vacinação.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

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