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Livros de autoajuda “Ame-os ou deixe-os”, assim eles são vistos por muitos leitores, pois enquanto para alguns foi algo decisivo na vida, para outros foi perda de tempo.

Alguns especialistas terapeutas dizem que esses livros não produzem efeito algum, ou que os resultados não chegam perto do resultado esperado pelo leitor. Na outra ponta tem especialistas que defendem que a proposta dessas obras é provocar uma reflexão, é fazer as pessoas se sentirem melhor, independente da conquista do objetivo, seja profissional ou pessoal.

O livro de autoajuda é considerado na literatura como uma obra que tem como objetivo fazer o leitor pensar sobre a sua condição, seus problemas. Também busca o aprimoramento, descobrimento ou surgimento de suas habilidades, e para isso tudo os livros oferecem uma variedade de alternativas para os mais diversos assuntos.

Na verdade, longe de esgotar o assunto, o fato é que o livro de autoajuda existe simplesmente para ajudar pessoas a passarem por situações específicas ou no mínimo provocar reflexões a respeito desse assunto que de alguma maneira o aflige. Normalmente o livro é resultado da experiência e ou estudo do autor, sendo que este pode ser uma pessoa comum ou um pesquisador ou teórico do assunto.

Sem misturar as coisas, mas fazendo um paralelo que vale a pena a reflexão, assim como a religião e suas diferentes doutrinas podem satisfazer total ou parcialmente os anseios dos participantes, o mesmo pode ocorrer com os livros de autoajuda. Alguns livros, para alguns funcionam totalmente, outros parcialmente, e outros ainda provocam apenas reflexões, e tem aqueles que servem apenas como exercício de leitura.

Um livro de autoajuda pode não ser para você, mas pode ter ajudado muitos a superar momentos difíceis na vida pessoal ou profissional. Para muitos indicou um caminho a seguir, quando se sentiu sem rumo. Ainda te permite a oportunidade de realizar algo de maneira melhor ou mais facilmente, baseados na experiência de alguém que já sofreu ou passou os revezes até acertar.

É certo afirmar que cada caso é um caso, e que é possível encontrar nos livros de autoajuda uma nova experiência, outra forma de fazer ou agir sobre algo que não consegue lidar no momento. Em meio a tudo isso há de se ponderar mais um importante e talvez crucial ponto sobre essa ajuda procurada, o tempo certo. Quantas vezes já aconteceu de pensar; ah se soubesse disso uma semana, um mês, ou um ano antes? Ou então que algo só fará sentido um pouco mais tarde. Pense, em quantas vezes um livro lido só fez sentido ou você realmente gostou numa segunda leitura? O estado de espírito às vezes tem que combinar com o momento da leitura, para que o ganho seja melhor. Como o conselho de pai ou mãe, que só fará total sentido bem mais tarde.

É lógico que nem todos os livros de autoajuda são bons o suficiente ou não servirão para você, para a sua necessidade no momento, mas tem muitos que farão você enxergar de maneira diferente, ter novas perspectivas, ter diferentes reflexões e quem sabe até mesmo rever conceitos enraizados ou afirmá-los ainda mais.

Os livros de autoajuda mais vendidos no mundo: Os Segredos da Mente Milionária, T. Harv Eker – Pai Rico, Pai Pobre, Roberto Kyosaki – O Poder do Hábito, Charles Duhigg – Minset, Carol S, Dweck – O Milagre da Manhã, Hal Elrod.

No Brasil: A Sutil Arte de Ligar o Fda-se, Mark Manson – O Poder Oculto, Padre Reginaldo Mansotti – Mais esperto que o Diabo, Napoleon Hill – O Poder do Hábito, Charles Duhigg – Fodeu Geral, Mark Manson – Como Influenciar Pessoas e Fazer Amigos, Dale Carnegie – Minutos de Sabedoria.

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